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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Pastor diz que cristão que apoia o PT é “traidor da cruz de Cristo”


Pastor diz que cristão que apoia o PT é “traidor da cruz de Cristo”


A vitória de Dilma no mês passado gerou alegrias e tristezas para milhões de pessoas. Para muitos, a eleição ainda não acabou. Durante a campanha, líderes cristãos se manifestaram contrários à postura mostrada pelo Partido dos Trabalhadores nos últimos anos.

Muitos alertavam para um processo de implantação do comunismo no Brasil, que inevitavelmente afetariam as igrejas. Mesmo assim, uma parcela do chamado “voto evangélico” foi para a candidata petista.

Jackson Jacques, pastor em Porto Alegre e vlogger, decidiu postar um vídeo onde apresenta severas críticas aos evangélicos que ajudaram a reeleger a presidente.

Não é a primeira vez que ele critica publicamente a postura de alguns evangélicos. Ano passado, ficou conhecido nas redes sociais por causa disso.

O “pastor Jack” como gosta de ser chamado, lidera a Igreja Vintage180 em Porto Alegre, que não tem filiação denominacional. Segundo ele, decidiu “seguir uma teologia reformada em uma Igreja urbana”.

Assumindo-se “antipetista por vários motivos”, acredita que “um cristão confesso que vota no PT consciente dos fatos não pode ser considerado cristão… É um traidor da cruz de Cristo”. O pastor pensa que muitos evangélicos não discutem sobre política por “pura ignorância”, pois se a Bíblia fala sobre política, então todo cristão deveria se preocupar com isso.

Morador de uma cidade que foi governada pelo PT durante 16 anos, capital de um Estado que já teve dois governadores desse partido, fala sobre o partido com “conhecimento de causa”.

Questionado pelo portal Gospel Prime se não estaria indo contra o mandamento bíblico que manda orar pelas autoridades, Jackson é enfático: “Devemos sim orar pela Dilma e interceder por nossas autoridades conforme Romanos 13.1-2! Porém, nos versos 4 e 5, está claro qual deve ser a característica dela: fazer o bem e punir o mau”. Para ele não há contradição entre orar pelo governo e fazer pressão por mudanças.

Um de seus argumentos mais fortes sobre como os cristãos que votam no PT estão traindo o Evangelho, aponta para a relação do Brasil com países totalitaristas. Cita as FARC, Venezuela e principalmente Cuba, que perseguem violentamente os evangélicos. Ao votar num partido que apoia abertamente o governo dos irmãos Castro, por exemplo, os cristãos estão diretamente ajudando a manter um regime que persegue e mata seus irmãos cubanos.

Ao analisar o que está acontecendo no Brasil hoje, decreta: “Nosso evangelicalismo é tosco, e muitas vezes inoperante no mundo. Jesus deixou de ser a muito tempo, a mensagem central da maioria das grandes Igrejas do Brasil. E a política evangélica vai refletir isso, infelizmente. O dia a dia dos crentes também”. Mas vê com otimismo o que chama de “algo novo de Deus”, que lhe parece ser “uma luzinha de um provável aviamento!”.

Muitos líderes evangélicos têm a perspectiva de ver os ideais comunistas sendo implantados no país, o que resultaria em perseguição às religiões como aconteceu em todos os países que adotaram esse regime.

Outros tantos, argumentam que não há o que fazer, afinal o Novo Testamento avisa que nos últimos dias as coisas só iriam piorar. Para Jackson, pensar assim é “simplismo” e também questão de interpretação das Escrituras. “Creio que uma visão mais otimista da escatologia nos estimula mais a participarmos como cidadãos e servos de Deus no mundo”, finaliza.

AOS CRISTÃOS QUE VOTARAM NO PT! (Todo Cristão Deve ver esse vídeo!)



(http://www.institutogamaliel.com/portaldateologia/pastor-diz-que-cr...)


Série Pensadores Cristãos 2: Jürgen Moltmann


Série Pensadores Cristãos 2: Jürgen Moltmann


Se há um homem que pode, sem nenhuma injustiça, ser considerado o maior símbolo vivo da Teologia, esse homem é Jürgen Moltmann. Isso se dá tanto pela sua história de vida quanto pela sua mente impressionante.

Existe uma coisa chamada “quase”, que significa muitas vezes, a diferença entre viver e morrer, ser e não ser, conseguir ou não conseguir.

Bem, foi uma providência de Deus para a vida de um homem que quase morreu na segunda guerra mundial. Mais tarde ele seria considerado um dos maiores teólogos dos séculos XX e XXI.

Nada melhor que as palavras dele mesmo para descrever a situação desesperadora em que se encontrara:

“Éramos como sobreviventes. Foi da morte em massa da guerra mundial que escapamos. Para cada um que sobreviveu a isso caem centenas de mortos. Para que sobrevivemos a isso e não estamos mortos como os demais? Em julho de 1943 fui ajudante da Força Aérea numa bateria antiaérea no centro de Hamburgo, e por pouco sobrevivi ao ataque desfechado pela “operação Gomorra” da Royal Air Force no leste daquela cidade. O amigo que estava a meu lado no equipamento de comando foi estraçalhado pela bomba que me poupou. Aquela noite clamei pela primeira vez por Deus: Meu Deus, onde estás? Desde então fui perseguido pela pergunta: Por que não estou morto também? Para que vivo? O que dá sentido à minha vida? É bom viver, porém é duro ser um sobrevivente. É preciso suportar o peso do luto. É provável que minha teologia tenha começado aquela noite, pois sou originário de uma família secularizada e não conhecia a fé. Provavelmente, todos os que escaparam consideraram o fato da sobrevivência não apenas uma dádiva, mas também uma incumbência.”
Após a Segunda Guerra a Primeira Esperança

Ele foi prisioneiro de guerra do ingleses desde 1945. Chegado a Norton Camp, encontrou um lugar de esperança, algo que lhe devolveu a vontade de viver. Lá ele viu a face do perdão, mesmo sendo anterior inimigo da Inglaterra, agora acessava seus primeiros livros de Teologia e era tratado como ser humano.

Voltado de seu exílio prisional em 1948, optou por estudar teologia em Göttingen, tendo professores como o histórico teólogo do Antigo Testamento, Gerard Von Rad, e Otto Weber, grande especialista da dogmática de Barth, que Moltmann quase pensou ter colocado um ponto final no que se havia de falar teologicamente.

Mas talvez, a maior influência de sua vida foi o contato com o professor Adolf Van Ruler, que lhe mostrou de forma para ele inédita, um caminho teológico a seguir, com o tema do Reino de Deus e da Esperança.

Somado isto ao seu encontro com o filósofo Ernst Bloch, grande conhecedor da Bíblia e conhecido também como filósofo da esperança.
Uma Teologia para o Futuro: Porque Deus não Morreu

Após o fim da segunda guerra mundial, levantaram-se várias correntes de pensamento que negaram ao Deus cristão.
Nas ciências biológicas tivemos o darwinismo.
Na filosofia tivemos Nietzshe, que afirmou a “morte de Deus”, crítico ferrenho do cristianismo.
Nas ciências econômicas e sociais, Karl Marx apresentou o materialismo histórico.

Havia porém, uma linha de pensamento teológico, no mínimo curiosa, chamada teologia da morte de Deus. Ela não respirou por muito tempo, mas teve repercussão, e acabou por manifestar o sentimento pessimista e ressentido da época. Seus maiores expoentes foram Altizer, Paul van Buren, William Hamilton e Gabriel Vahanian.

Para eles, é como se o Deus de outrora tivesse sido derrotado, ou simplesmente deixado a humanidade à mercê do acaso.

Assim, deixou-se uma lacuna para a Teologia da Esperança, com uma resposta a todas as vertentes que diziam o contrario.

Deus está ainda conosco, nos acompanha nos sofrimentos e manifesta vida entre as pessoas e as comunidades. No seu pensamento, vemos uma escatologia voltada para o futuro na Terra. Uma esperança do Reino de Deus “aqui”. O loco da escatologia dele não se foca no céu. E sim num futuro do ser humano enquanto ser humano.

Na Teologia da esperança, a esperança se transforma em chave hermenêutica para a compreensão da vida e mesmo da Bíblia. Na se fala sobre esperança, se fala a partir dela.

A história do que está por vir era sua preocupação. Moltmann queria trazer uma forte sistemática baseada na Esperança e em acordo com a Bíblia, com o objetivo prático de tornar a convivência humana mais justa, pacífica e com mais diálogo.

Para tanto, sua teologia possui um viés pneumatológico marcante. O livro Espírito da Vida: uma pneumatologia integral é uma obra marcante e importante para a compreensão da importância do Espírito na teologia de Moltmann.

O diálogo como uma forma de promover a paz e a justiça dá à Teologia da Esperança um aspecto ecumênico. Nisso se pressupõe que o Espírito de Deus sopra livremente a todos e em todas as geografias o quanto quiser.
O que faz a letra viver?

As palavras muitas vezes parecem mortas pois não possuem por trás de si uma vida. A coisa que tem mais capacidade de fornecer sentido ao que falamos é a vida que vivemos.

Moltmann é um homem acadêmico, doutor, grande pensador cristão, mas o que lhe diferenciou muito dos outros teólogos foi sua experiência de vida.

Não é difícil perceber que a teologia de Jurgen Moltmann procede, em muito, daquilo que ele começou a viver em Norton Camp, e permaneceu experimentando durante sua trajetória.

Peço a Deus que possamos eu e você, sermos cada vez mais cristãos de letra viva, que transformam carne e sangue em tinta no papel e voz ao ouvidos de quem precisa.

E você? Qual experiência de vida a Teologia pode potencializar em sua vida a ponto de tornar-se uma referência para todos ao seu redor?

A experiência de vida é sua… A formação teológica é por nossa conta!


Colaboração
Pr. Lucas Santos Barbosa
lucasantosbarbosa25@gmail.com


Série Pensadores Cristãos: Milton Schwantes


Série Pensadores Cristãos: Milton Schwantes


Os grandes homens de Deus acabam deixando filhos e netos. Não apenas no sentido familiar. Deixam gerações de cristãos após si. São sempre muito reprodutores de vida em Cristo.

Claro que grandes pensadores como Milton Schwantes acabam transmitindo um legado um pouco “incômodo”. Nos colocam uma pulga atrás da orelha. E dão a mim e a você amado leitor, uma opção:
Paramos para pensar. Refletimos naquilo que nos incomoda, que nos denuncia e ao mesmo tempo liberta. Não obrigatoriamente concordando. Mas sabendo que devemos ser como a flecha, que para atingir o alvo precisa ser tocada pelo vento, e mudar de direção, como previsto no cálculo do atirador (Deus, que nos lança).
Ou simplesmente, sob a desculpa de estarmos firmados, não dialogamos, não refletimos, não mudamos de opinião. Assim, não nos santificamos, também não crescemos, não expandimos a compreensão. E fechados num MUNDINHO DENOMINACIONAL, perdemos de vista o Cristo do planeta Terra, para o qual quatro paredes é uma gaiola impossível!

Para compreender um pouco do que Milton Schwantes nos deixou como herança teológica, vou tratar inicialmente de sua trajetória, em seguida um pouco de sua teologia.

Nasce o Pastor e Grande Pensador Luterano

Gaúcho de Carazinho/RS, Schwantes era o quarto filho de um casal de agricultores. Seu pai, Delfino Schwantes, e a mãe, Eugênia, nascida Graeff, moravam em Lagoa dos Três Cantos, que é do município acima. Era um conjunto de colônias de protestantes, onde praticamente não havia catolicismo.

Os Schwantes tinham sido descendentes de alemães que imigraram para o Sul do Brasil, chegando a Nova Petrópolis. Sua Mãe era do Vale do Taquari.

Seus dois irmãos mais velhos, Édio e Norberto, estudavam no Instituto Pré-Teológico (IPT), na Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. Ambos se tornariam pastores, assim como Milton Schwantes.

Infelizmente Schwantes perdeu o pai quando ainda tinha 5 anos de idade. Sua mãe teve que enfrentar a batalha de criar quatro filhos sem o marido. Migrou com Milton para Nova Petrópolis, meio ano depois partiram para São Leopoldo.

Dona Eugênia trabalhou muito como cozinheira do Instituto Pré-Teológico. Conseguindo assim dar uma boa educação a seus filhos. Era muito piedosa, e também deixou uma marca naquela instituição, até o fim de seus dias.

Terminando os estudos primários na escola luterana da cidade, Schwantes passaria agora sete anos no IPT.

O IPT tinha uma ótima estrutura. Os alunos tinham ênfase em línguas. Estudavam alemão, inglês, português, latim e grego. Também possuíam uma boa formação geral, que lhes preparava bem para o ensino superior.

Era natural que seguissem carreira teológica e ministerial após a conclusão da escola, no próprio IPT. Alguns eram mandados para estudar no exterior após formados. Foi o caso de Schwantes, enviado Heidelberg onde estudou entre 1971 e 1974. Lá, fez doutorado junto com o grande Hans Walter Wolff, reconhecido exegeta.

Mais tarde Milton Schwantes receberia doutorado honoris causa, pela Universidade de Malburg na Alemanha.
Pensador sim, mas prático também!

Chegado ao brasil em 74, Schwantes foi pastorear em Cunha Porã, onde passou 4 anos. Era um conjunto de comunidades e povoados. Segregados em católicos e evangélicos. Ele acompanhava 26 comunidades ao todo, onde havia mais de mil famílias.

Depois trabalhou 9 anos no Morro do Espelho, cidade de São Leopoldo, entre 1978 a 1987, na Faculdade de Teologia, isso até 1988.

Lá, foi pastor na comunidade luterana de Guarulhos e também professor no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Metodista de São Paulo.

Fez parte do caldo que dava início à famosa “Teologia da Libertação”, que teve suas raízes plantadas no Brasil com a “Teologia da Revolução”, em grande parte idealizada entre 1950 e 1960 pelo professor americano Richard Shaull, que lecionava em Campinas-SP.

Revolução era um termo muito usado na época para se levantar diversas bandeiras. Nos anos 70, a ditadura militar iria gradativamente reprimir todo movimento que levasse esse nome de revolução. Milton Schwantes se pusera como uma voz importante na teologia brasileira desde então.

Resumir sua teologia em poucos parágrafos não é tarefa simples. Mas alguns pontos fundamentais já nos expõem as virtudes de seu pensamento. O que pode nos ajudar muito.

“Suas contribuições acadêmicas e sua vasta produção teológica são um legado que não só será guardado com muito cuidado em nossas comunidades, mas principalmente, será memória viva do seu testemunho cristão comprometido com as pessoas marginalizadas, por justiça e vida digna para todas as pessoas. Suas contribuições e seu testemunho no mundo são múltiplos”, escreveu em mensagem o secretário-geral da Federação Luterana Mundial, Mar­tin Junge.

Schwantes não foi um mero intelectual da Bíblia. Ao longo de toda a sua vida buscou coerência entre teoria e prática. Como professor em São Leopoldo, abriu mão do abono função pago pela IECLB aos professores de Teologia e da casa funcional no Morro do Espelho, indo morar num bairro entre o povo simples. “Queria conversar sobre a Bíblia com o povo simples do bairro”, testemunha o Dr. Martin Dreher. Para dar suas aulas, não ia de carro, mas de bicicleta.
A teologia é para os símplices

Muitos possuem preconceitos com relação à teologia. Não é incomum vermos hoje os seguintes dizeres:
Teologia é para discutir com intelectuais e ateus.
A igreja não precisa de teologia
Os teólogos são quase todos desviados. E por aí vai…

Podemos fazer algumas perguntas sobre Schwantes também:
Teve a teologia um papel importante para o serviço pastoral dele?
Sem a teologia ele teria uma comunicação melhor com as pessoas simples?
Ele não se tornou muito acadêmico e filosófico por ter estudado tanto?

Basta analisar de maneira rasa algumas das lutas e afirmações de Schwantes, que já vemos que a coisa não é bem assim.
Para ele, qualquer teólogo latino-americano que não se voltasse para as questões relativas aos
Ele entendeu na Bíblia que os pobres não são os coitadinhos. Os carentes da sociedade. Eles têm capacidade de reivindicar na sociedade o que lhes é de direito. Inclusive no Antigo Testamento, os profetas foram os que mais reivindicaram o direito do pobre, da viúva e do órfão. Tudo que já era previsto na Lei de Moisés.
Não são os círculos acadêmicos que devem definir todos os rumos da teologia. Sem escutar o povo da igreja não há libertação.
As pessoas símplices da comunidade são os que nos trazem à tona as reflexões teológicas mais importantes para o processo prático da Igreja. Ainda que não tragam métodos acadêmicos em seu modo de falar. Ainda que não tenham estudado grego, hebraico, Teologia Bíblica e Sistemática. São capazes de produzir teologia, e não somente serem objeto de estudo. São sujeitos pensantes.


Não é pretendido aqui detalhar muito sobre a obra de Schwantes. As poucas palavras acima já te dão motivo suficiente para aprender mais como o saudoso teólogo.    

Colaboração
Pr. Lucas Santos Barbosa
lucasantosbarbosa25@gmail.com

Em Pau dos Ferros, "Dia do Evangélico" será celebrado com show gospel do cantor Armando Filho, na praça de eventos.


Em Pau dos Ferros, "Dia do Evangélico" será celebrado com show gospel do cantor Armando Filho, na praça de eventos.


O evento evangélico está sendo apoiado pelo Prefeito, Fabrício Torquato.

No próximo sábado (15), conforme a Lei Municipal Nº 1403/2013, será comemorado o "Dia do Evangélico" no município de Pau dos Ferros, uma importante conquista do seguimento religioso protestante junto às autoridades locais legalmente constituídas.

Segundo informações repassadas pela diretoria do Conselho de Ministros Evangélicos de Pau dos Ferros (COMEP), este ano a comemoração será celebrada na cidade em grande estilo, com uma programação mais diversificada e com atividades que serão realizadas durante toda a semana em diversas igrejas, objetivando integrar ainda mais os membros de todas as denominações.

O ponto alto da comemoração será no sábado quando será promovida, a partir das 16 horas, uma carreata pelas principais ruas de Pau dos Ferros e com encerramento na praça de eventos, local onde será realizado um grande culto ao ar livre, seguido de um show gospel com o cantor Armando Filho.

Só a título de informação, o cantor e pastor Armando Filho tem mais de 30 anos de ministério bem consolidado. É pregador da palavra e já compôs mais de 600 canções que têm abençoado pessoas em todo o Brasil, além de outros países.

Outra informação repassada pelo COMEP é referente ao fato de que pela primeira vez o segmento está sendo apoiado de uma forma mais contundente pela classe política local, já que o Prefeito, Fabrício Torquato, fez questão de disponibilizar a praça de eventos para a realização da festa religiosa, além de ter ofertado uma contribuição financeira no âmbito pessoal para a contratação da atração musical.


Confira abaixo um cartaz destacando a programação completa do evento:


sábado, 1 de novembro de 2014

Quem é Deus?


Quem é Deus?

"O faraó respondeu: 'Quem é o Senhor [...]?'" (Êxodo 5:2)


Quem é Deus? Há milhares de anos o Faraó do Egito fez uma pergunta que se repete ainda hoje.


A pergunta era: "Quem é o Senhor, para que eu lhe obedeça e deixe Israel sair? Não conheço o Senhor, e não deixarei Israel sair" (Êxodo 5:2)

Creio que quando Moisés liderou a saída dos Israelitas do Egito, o Faraó já tinha uma ideia melhor de quem exatamente era Deus.

"Quem é Deus?" não é uma pergunta fácil de se responder, porque tentamos compreender o infinito com nossos recursos finitos. Tentamos compreender algo que está muito acima de nossa capacidade mental.

Costumo dizer que se Deus fosse pequeno o suficiente para as nossas mentes, não seria grande o suficiente para as nossas necessidades.

Até o dia em que encontrarmos Deus frente a frente, há coisas a Seu respeito que nunca iremos entender completamente. Por exemplo: creio que Deus é santo, mas eu não entendo tudo sobre Sua santidade. Eu também acredito que Deus é um ser trino - Ele é Pai, Filho e Espírito Santo. Mas isso é algo difícil de se compreender.

O apóstolo Paulo coloca esse tema de forma mais clara quando diz: "Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido" (1 Coríntios 13:12).

Sim, um dia isso tudo fará pleno sentido. Ao mesmo tempo, porém, com a ajuda do Espírito Santo, há muitas coisas que podemos e devemos fazer hoje para conhecer e saber mais sobre Deus. Afinal, saber como Deus é significa conhecer a Ele próprio.

Conhecer a Deus e torná-lo conhecido é a essência de ser um Cristão.