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domingo, 28 de junho de 2020


"A ESPERANÇA ADIADA DESFALECE O CORAÇÃO, MAS O DESEJO ATENDIDO É ÁRVORE DE VIDA." PROVÉRBIOS 13:12

A Solidão verso Depressão ou seja tudo se resume em depressão.

"A esperança adiada desfalece o coração, mas o desejo atendido é árvore de vida." Provérbios 13:12

Tenho notado que a depressão vem quando a esperança é adiada e dai começa a solidão. Um amigo meu foi diagnosticado com o Mal de Parkinson em Janeiro de 2003. Desde então tenho lido vários livros que relate o curso detalhadamente desta doença e das limitações que virão acontecer seguramente na vida dos infectados:

TEMA: SOLIDÃO
CONCLUSÃO: DEPRESSÃO

A depressão e a solidão não vem por Deus ser menos de fiel, nem pelas promessas de Deus serem provadas fracas. Afinal, Deus não se frustra em nenhum ponto (Salmos 115:3, "Mas o nosso Deus está nos céus; fez tudo o que lhe agradou."; 135:6, "Tudo o que o SENHOR quis, fez, nos céus e na terra, nos mares e em todos os abismos.") A depressão também não vem de uma maldição hereditária ou seja, por meios secundários. A depressão vem por causa de nós mesmos não conseguirmos as nossas expectativas. Como diz o versículo citado, "A esperança adiada desfalece o coração".

Exemplos bíblicos da esperança adiada desfalecendo os corações são vários. Adão e Eva desfaleceram nos seus corações por esperarem que as ações de desobediência tivessem êxito beneficente (Gen 3:8), como Jonas também (Jonas, o livro) e o rei Davi (II Sam 12:9-12; Sal 51:8, "Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que gozem os ossos que tu quebraste."). O profeta Elias desfaleceu no seu coração por pensar que os seus pensamentos eram as mesmas de Deus (I Reis 19). Sansão chegou ao fundo do desanimo por insistir em seu próprio entendimento (Juízes 14-16) e Ló foi vexado na sua alma justa por ter feito associações próximas que não eram nada piedosas (II Ped 2:8). Nesses casos veio a solidão em seguida depressão não por Deus ser infiel ou injusto mas pelos homens terem expectativas errados.

Tenho notado que a solidão e a depressão vem a piorar quando olhamos internamente, para o próprio coração do homem, como se fosse ele a fonte da inteira solução dos problemas. Enquanto olhamos no interior do homem, vejamos o que está ai, ou seja: depravação, egoísmo, lógica faltosa, visão finita (Jeremias 17:9; Mateus 15:19). Nada do que vem do homem opera para contribuir para uma solução adequada (Gálatas 6:8). Olhar por dentro de nós contrariamente opera para nos desanimar e piorar a situação. O que vem do homem piora a situação presente e frustra a expectativa do amanhã.

A cura da solidão e ou da depressão é como a solução do filho pródigo: voltar onde começou a errar e corrigir o necessário. Ou seja:

1. Confessar e se arrepender do pecado causador do desanimo - Salmos 51:1-12, "Purifica-me com hissope, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais branco do que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que gozem os ossos que tu quebraste. Esconde a tua face dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniquidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto. Não me lances fora da tua presença, e não retires de mim o teu Espírito Santo. Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário."; Provérbios 2813, "O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia."

2. Conhecer melhor o Seu Deus - Jeremias 9:23,24, "Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas, Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o SENHOR, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR."; Daniel 11:32, "... mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e fará proezas."

3. Temer ao Senhor - Provérbios 1:7, "O temor do SENHOR é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução."; Jó 28:20-28, "Donde, pois, vem a sabedoria, e onde está o lugar da inteligência? Pois está encoberta aos olhos de todo o vivente, e oculta às aves do céu. A perdição e a morte dizem: Ouvimos com os nossos ouvidos a sua fama. Deus entende o seu caminho, e ele sabe o seu lugar. Porque ele vê as extremidades da terra; e vê tudo o que há debaixo dos céus. Quando deu peso ao vento, e tomou a medida das águas; Quando prescreveu leis para a chuva e caminho para o relâmpago dos trovões; Então a viu e relatou; estabeleceu-a, e também a esquadrinhou. E disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência." Quando tememos ao Senhor endireitamos as nossas ações e assim corrigimos o problema de confiar no braço do homem.

4. Esperar no Senhor - Sal 27:13, 14, "Pereceria sem dúvida, se não cresse que veria a bondade do SENHOR na terra dos viventes. Espera no SENHOR, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no SENHOR." Assim corrigimos o problema de olhar no interior do homem para olhar ao Senhor. Não é uma resignação fatalista que é pedido na ação de esperar no Senhor mas uma verdadeira submissão ao justo Deus soberano que é necessário (Jó 1:21, "E disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o SENHOR o deu, e o SENHOR o tomou: bendito seja o nome do SENHOR."; 13:15, " Ainda que ele me mate, nele esperarei; contudo os meus caminhos defenderei diante dele.": II Cor 12:9-12 e o exemplo supremo de Cristo, João 12.27, " Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora.")

5. Ser ativo na obediência e oração, ou seja, alinhar as nossas expectativas com as de Deus. Ele é fiel e nunca nos abandonará. Afinal foi essa verdade que veio para confortar os corações dos amados Hebreus, "Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei. E assim com confiança ousemos dizer: O Senhor é o meu ajudador, e não temerei O que me possa fazer o homem." (Heb 13:5,6).

6. Buscar primeiro o reino de Deus e a Sua justiça - Mateus 6:33, "Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." No contexto de crescente aflição e terrível perseguição religiosa, que causa também o desanimo, o apostolo Pedro conclua a sua segunda epístola com o conselho de crescer na graça e no conhecimento do Senhor (II Pedro 3:18) assim dirigindo os amados à Rocha (Salmos 61:2, "Desde o fim da terra clamarei a ti, quando o meu coração estiver desmaiado; leva-me para a rocha que é mais alta do que eu.")

Jeremias 17:5-7 "Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR! Porque será como a tamargueira no deserto, e não verá quando vem o bem; antes morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e inabitável. Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR."



O que pode significar o silêncio de Deus?

Quem nunca fez uma oração sincera e após isso não ouviu nenhuma voz, não viu nada acontecer, não sentiu nenhum movimento da parte de Deus? Isso acontece com todos nós. Em muitos momentos somos impactados pelo inquietante silêncio de Deus. Ou melhor, achamos que Deus está em silêncio, pois não conseguimos interpretar aquilo que Ele está querendo dizer ou mostrar, o significado desse “silêncio” que estamos pavorosamente experimentando. Parece ser exatamente esse o sentimento que tomou conta do salmista, que suplicou uma resposta clara de Deus: “Atenta para mim, responde-me, SENHOR, Deus meu! Ilumina-me os olhos, para que eu não durma o sono da morte.“ (Sl 13.3). Pensando nesse “silêncio” de Deus, o que ele poderia significar? O que Deus pode estar querendo falar a nós através do Seu suposto silêncio?

(1) O que você quer fazer está incorreto, errado diante de Deus. O silêncio de Deus pode ser um indicativo de que nossas motivações estão erradas. Podemos estar sendo levados por interesses egoístas, paixões carnais, teimosia, caprichos, falsa religiosidade, orgulho, cobiça, etc. Nesse caso, o silêncio de Deus é um indicativo claro para uma reflexão mais cuidadosa de nossa parte a respeito do que estamos pedindo e por que Deus não está respondendo: “pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres.” (Tg 4.3). Ou seja, é bom que reflitamos a forma e as motivações dos nossos pedidos que, em muitos casos, podem explicar o silêncio de Deus.

(2) Não é o tempo certo de você fazer o que quer fazer. Quando estamos diante do silêncio de Deus, quase sempre não nos ocorre que não chegou ainda a hora de Deus agir concedendo nossa petição. Achamos que nós é que estamos certos, que sabemos o tempo e o modo de as coisas acontecerem. Somos ansiosos, impacientes, sem esperança, sem fé diante dos nossos pedidos e do silêncio de Deus. “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu(Ec 3.1). Por que somos tão relutantes em descansar e crer que o silêncio de Deus pode ser um indicativo de que ainda não chegou a hora Dele agir em nosso favor?

(3) Deus está testando sua fé. Encontramos por toda a Bíblia Deus em silêncio e ao mesmo tempo testando a fé e a esperança de Seus servos. Uma pergunta precisa ser respondida: Até quando conseguimos manter a esperança e a fé em Deus mesmo ser ter uma resposta – clara – Dele? Muitos sucumbem a esse questionamento e abandonam a Deus, pois estavam mesmo interessados apenas em Suas bênçãos e não Nele como o seu caminho, verdade e vida. Apesar do salmista citado no inicio desse texto estar buscando desesperadamente a resposta clara de Deus, ele não deixa de registrar que, apesar do silêncio de Deus, ele permanece confiante na ação do Pai: “No tocante a mim, confio na tua graça; regozije-se o meu coração na tua salvação. Cantarei ao SENHOR, porquanto me tem feito muito bem.” (Sl 13.5-6)

(4) Deus não está em silêncio, você é que não O está ouvindo. Já passou por sua cabeça que Deus pode estar falando e você não estar percebendo? Pois é, isso normalmente acontece na vida das pessoas que não têm uma intimidade bem fundamentada com Deus. Elas não convivem de verdade na presença do Pai, por isso, têm dificuldades de ouvir a Sua voz. Jesus disse: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz(Jo 10.27). Para reconhecer mais nitidamente a voz do pastor é preciso ter intimidade com Ele. O salmista explica isso muito bem, quando diz que “A intimidade do SENHOR é para os que o temem, aos quais ele dará a conhecer a sua aliança.” (Sl 25.14). Talvez o silêncio de Deus seja, na verdade, uma surdez que você está vivendo. Ele está falando, mas você insiste em não escutar!

Em Isaias 59:01, dis>>>Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem o seu ouvido, agravado, para não poder ouvir. 2 Mas as vossas iniquidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.


E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.
(2 Crônicas 7:14)


sexta-feira, 26 de junho de 2020

Onde está Deus?

Onde está Deus? Muitas vezes perguntamos, principalmente diante de uma tragédia ou de acontecimentos violentos. Assistimos com assombro a violência e outras crueldades feitas em nome de certos ideais. Numa dimensão mais pessoal, nos perturbamos quando alguém próximo é vítima de violência ou enfermidade, e nos perguntamos: “por quê”? Onde está Deus?

Parece que pior do que o sofrimento físico é o sentimento de não entender o porquê, é a sensação de falta de sentido e coerência entre aquilo que cremos a respeito de Deus e aquilo que estamos experimentando na realidade. Cremos num Deus presente a todo tempo e em todo lugar e que é Senhor da história. Porém, muitas vezes, temos dificuldade de enxergar na sociedade e em nossa própria vida sinais concretos do amor de Deus, de sua compaixão, graça, justiça, retidão e soberania. Pelo contrário, diante de violência e injustiça desejamos não só ver sentido naquilo como também saber onde Deus está nisso tudo. Afinal, Deus se ausenta de nós?

Muitos salmistas fizeram semelhantes indagações e registraram suas angústias em suas orações, como: “até quando ocultarás de mim o rosto?” (Sl 13.1), “por que me rejeitas?” (Sl 43.2.), “por que te esqueceste de mim?” (Sl 42.9), “até quando ficarei lamentando?” (Sl 42.9), “por que me desamparaste?” (Sl 22.2), “por que dormes, Senhor? [...] Por que escondes o rosto e te esqueces da nossa tribulação e da nossa angústia?” (Sl 44.23).

A Bíblia fala enfaticamente da presença soberana de Deus. Deus é o Senhor de toda a terra, governa reinos, controla a natureza e dirige a vida das pessoas. Deus é o sublime, inalcançável, soberano, mas é também o Deus presente no coração do humilde (Is 57.15). O Deus criador é o Deus que se importa com o necessitado e se manifesta humildemente em Jesus como Salvador.

A Bíblia também nos conta como, depois do pecado, o ser humano foi expulso da presença de Deus (Gn 3.22-24). O pecado o afastou de Deus (Is 59.2). Ao mesmo tempo em que a Bíblia proclama a presença de Deus em todo lugar e a todo tempo, conta também de como o ser humano está longe de Deus.

Gosto de pensar na história bíblica como uma narrativa de como o ser humano, depois de expulso do jardim do Éden, será conduzido de volta à presença de Deus. Isso significa que entre Gênesis 1-2 e Apocalipse 21-22 o ser humano está longe ou afastado de Deus. O relato bíblico registra, de um lado, o drama da vida longe de Deus e, de outro, como Deus manifesta a sua presença na história e na vida humana. Há diversos modos ou manifestações da presença de Deus na terra. A promessa de Deus e aliança com Noé, Abraão, Moisés, Davi, e a nova aliança em Cristo. Deus também manifesta a sua presença por meio da lei no Antigo Testamento e do evangelho no Novo Testamento. A monarquia, o templo, o sacrifício e a pregação dos profetas são modos e sinais da presença de Deus. No Novo Testamento, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós (Jo 1.14) é o Deus presente. Mateus anuncia Jesus como o Deus conosco (Mt 1.23). O autor de Hebreus diz que Deus no passado falou de muitas maneiras e que nesses últimos dias nos falou pelo Filho que é “o resplendor da sua glória e a representação exata do seu Ser” (Hb 1.3, A21). Contudo, o Deus presente em Jesus Cristo se despede dos discípulos e é assunto ao céu. Os discípulos aguardam a promessa do Espírito, o Consolador que estará “para sempre convosco” (Jo 14.16). Assim também aguardamos a manifestação da glória e presença de Cristo que reinará para sempre.

Nessa perspectiva, a vida humana é um paradoxo de se estar longe do Deus presente. Como afirma Phillip Yancey, “assim, a história começa e termina no mesmo lugar, e tudo nesse ínterim diz respeito à luta para recuperar o que foi perdido” (2004, p. 181). Cremos nesse Deus soberano, que rege o universo, mas nos sentimos distante de seu amparo e proteção. Objetivamente, Deus está presente, contudo, o pecado nos separa dele. Subjetivamente, nos sentimos afastados dele e vemos como indivíduos e a sociedade não o têm como centro de sua vida.

Acredito que parte essencial da mensagem e missão cristã é proclamar a presença de Deus e tornar Deus o centro da vida e sociedade humana contemporânea. Mas como fazê-lo? Na igreja cristã, há diversas compreensões sobre a presença de Deus na terra hoje. Elas não são necessariamente excludentes, porém, revelam a ênfase de cada tradição. Há a compreensão de que Deus se manifesta nos atos salvíficos revelado nas Escrituras e que a sua proclamação, portanto, manifesta a sua presença. Há os que compreendem que Deus se manifesta por meio de seu poder e manifestações do Espírito. Há a compreensão de que é por meio da prática da justiça que Deus manifesta a sua presença. Outros ainda veem que é no viver ético e moral do povo de Deus que Deus se manifesta. Enfim, há diversas maneiras de compreender e proclamar a presença de Deus na terra.


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quarta-feira, 24 de junho de 2020



PÃO NOSSO DE CADA DIA
POR: PR. Aldemir Martins

CRENTE ATUALIZADO EM DEUS


É óbvio que a tecnologia domina a nossa vida hoje, mais do que em qualquer outro momento da história. Por isso seria também interessante pensar em um *upgrade espiritual, porque estamos entrando em uma nova temporada de alta definição do cristianismo.

Assim como os velhos sistemas analógicos não serão mais eficazes e nossas antenas no telhado não terão nenhum valor. Assim acontecerá com as velhas percepções cristãs sobre o mundo em que estamos inseridos. Precisamos nos atualizar. Hoje as televisões digitais fornecem imagens drasticamente mais claras e a melhor qualidade de som. Também o Espírito Santo está lançando uma atualização sem precedentes espirituais com clareza e um novo som para aqueles que estão prontos para receber e atender as demandas de uma nova sociedade, de um novo mundo.

Precisamos aceitar que através da herança deixada por Adão, nosso sistema operacional é falho. Possuímos uma mente defeituosa e sem anti-vírus instalado (Palavra de Deus), que é hostil a Deus, conforme 2 Coríntios 4:4. Nossa mente natural rejeita o caminho da vida revelada no Antigo e Novo Testamentos. Mas nós, fomos criados para sermos 'participantes da natureza divina', 2 Pedro 1:3-4. Estamos destinados como filhos de Deus para sermos "herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo", Romanos 8: 17. Sabemos que tudo muda, nosso corpo, nossa consciência, nossa mentalidade, e naturalmente nossa espiritualidade. Precisamos de atualizações constantes na esfera espiritual. Estamos em constante mudança e expansão, para melhor ou pior, depende muito da nossa conexão com o que nos cerca, Deus ou o este sistema de valores que domino o mundo.

Existem dois grupos distintos de pessoas no mundo. O primeiro grupo são aqueles que constantemente refletem na vida e prestam atenção para onde seus atos estão o levando. O segundo grupo são aqueles que não param na vida para refletir para onde estão indo, como se estivessem dormindo de pé, em stand by.

Portanto, se você faz parte deste segundo grupo, você precisa urgentemente de um "Upgrade Espiritual", você precisa atualizar sua relação com Deus.

* O termo Upgrade é utilizado em Informática com o significado de atualizar, modernizar; tornar (um sistema, software ou hardware) mais poderoso ou mais atualizado do que antes, adicionando novas peças ou componentes ou trocando-os por outras, mais potentes, ou atualizando o software para sua versão mais moderna, que significa, na prática, melhorar o seu equipamento, torná-lo mais potente e com configurações melhores.


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Quais passagens do Antigo Testamento dizem que Jesus viria?

(1) Para mim uma das profecias mais fortes sobre o nascimento de Cristo foi a dada pelo profeta Isaías sobre o nascimento virginal de Jesus, ou seja, o Messias viria de um nascimento incomum: “Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel” (Isaías 7. 14).

(2) Temos ainda uma profecia com referência ao lugar de nascimento do Salvador. Além da Bíblia deixar claro as circunstâncias grandiosas desse nascimento, destacou também o lugar em que ele ocorreria, um lugar pequeno, sem destaque e esquecido do território de Israel:“E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Miqueias 5. 2).


(3) As profecias ainda dão destaque ao comportamento desse Salvador. Seu comportamento e sua forma de agir também seriam diferenciados ao que as pessoas esperavam (Tanto que ele foi rejeitado, pois as pessoas esperavam outros comportamentos de um Salvador):“O SENHOR Deus diz: “Aqui está o meu servo, a quem eu fortaleço, o meu escolhido, que dá muita alegria ao meu coração. Pus nele o meu Espírito, e ele anunciará a minha vontade a todos os povos. Não gritará, não clamará, não fará discursos nas ruas. Não esmagará um galho que está quebrado, nem apagará a luz que já está fraca. Com toda a dedicação, ele anunciará a minha vontade. Não se cansará, nem desanimará, mas continuará firme até que todos aceitem a minha vontade. As nações distantes estão esperando para receber os seus ensinamentos” (Isaías 42. 1-4 – NTLH).


(4) Temos ainda uma infinidade de outros textos que falam da obra do Messias, de Seu trabalho a ser realizado e da bênção que Ele traria ao mundo: Eis que o SENHOR fez ouvir até às extremidades da terra estas palavras: Dizei à filha de Sião: Eis que vem o teu Salvador; vem com ele a sua recompensa, e diante dele, o seu galardão” (Isaías 62. 11). Também temos menção da Sua humildade e da Sua condição de poucas riquezas terrenas: “Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta” (Zacarias 9. 9).


(5) E, para terminar, um dos textos proféticos mais impressionantes sobre a obra de Cristo, que apontava para o sofrimento Dele pelos pecados de Seu povo. Um texto escrito por volta de setecentos anos antes do nascimento de Jesus e que impressiona pela exatidão em citar todo o sofrimento que realmente ocorreu com Ele muito tempo depois: “Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53. 5.

Quando Jesus Cristo nasceu?

(1) O evangelista Mateus nos narra o seguinte sobre o nascimento de Jesus Cristo: “Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém” (Mateus 2:1). Com base unicamente nesse versículo fica bem difícil estabelecer exatamente o ano em que Jesus nasceu. Mas Mateus nos narra um fato interessante que nos ajudará a saber mais detalhes sobre isso: “Tendo Herodes morrido, eis que um anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e disse-lhe…” (Mateus 2:19).

(2) Escritos históricos nos narram que esse Herodes citado por Mateus em seu evangelho, que era conhecido como Herodes, o grande, morreu em Abril do ano 4 a.C (Antes de Cristo) do nosso calendário. Aqui muitos se confundem, pois como Herodes poderia ter morrido Antes de Cristo nascer? Vamos às explicações sobre essa confusão de calendários e o ano do nascimento de Jesus:

(3) Sabemos que esse Herodes, o grande, ordenou a matança de meninos com menos de 2 anos de idade, devido a visita dos magos: “Vendo-se iludido pelos magos, enfureceu-se Herodes grandemente e mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores, de dois anos para baixo, conforme o tempo do qual com precisão se informara dos magos” (Mateus 2:16). Ou seja, Jesus já estava aqui nessa época com aproximadamente dois anos de idade. Observe que os magos visitaram Jesus em casa e não no dia do nascimento dele (Mateus 2:11). Isso explica Jesus já não ser apenas um bebezinho recém-nascido nesse momento, mas uma criança de aproximadamente dois anos.


(4) Se Herodes morreu em Abril do ano 4 a.C (antes de Cristo) e somarmos mais esses dois anos (provável idade de Cristo quando essa matança dos meninos ocorreu), chegamos a uma data provável do nascimento de Jesus em cerca de 5 ou 6 a.C. Mas como podemos explicar essa confusão no calendário, se o nascimento de Jesus geralmente é usado para separar o calendário em antes de Cristo e depois de Cristo?

(5) O que ocorreu (resumidamente) é exatamente um erro na marcação no calendário que usamos. O calendário gregoriano (que seguimos atualmente) não começou sua contagem exatamente pelo nascimento de Cristo devido a um erro de estabelecimento de datas, pois o império Romano contava as datas baseada na fundação de Roma. Mas quando este império caiu e o cristianismo se estabeleceu fortemente, o papa mandou que um monge especialista em cronologia criasse uge (chamado Dionísio) se equivocou em seus estudos causando essa grande confusão nas datas, que acabou permanecendo, pois o conserto seria pior que esse erro.


(6) Assim, saber quando Jesus Cristo nasceu de forma exata é um desafio. Mas o mais próximo que conseguimos chegar com as informações bíblicas e históricas que temos é que Jesus tenha nascido em 5 ou 6 a.C (do calendário oficial que usamos atualmente). Alguns querem também saber o dia e o mês em que Jesus nasceu. Mas isso é quase impossível de se identificar, pois as informações são muito inconclusivas.

PROVADO NA BÍBLIA : JESUS NASCEU EM OUTUBRO , NÃO NASCEU EM DEZEMBRO !!!!!


JESUS NASCEU EM DEZEMBRO? NÃO!!! JESUS NASCEU EM OUTUBRO!!! VEJAMOS AS PROVAS QUE ESTÃO NA BÍBLIA SAGRADA:


A Bíblia não diz quando Jesus nasceu. Mas ela nos dá fortes motivos para concluir que seu nascimento não ocorreu em Dezembro.


Considere as condições climáticas nessa época do ano em Belém, onde Jesus nasceu. O mês judaico de quisleu ( que corresponde a Novembro/Dezembro) era um mês frio e chuvoso. O mês seguinte era tebete ( Dezembro/Janeiro ). Era o mês em que ocorriam as temperaturas mais baixas do ano , com nevadas ocasionais nos planaltos.Vejamos o que a Bíblia diz sobre o clima naquela região.
O escritor bíblico Esdras mostra que quisleu era de facto um mês frio e chuvoso. Depois de dizer que uma multidão havia se reunido em Jerusalém "no nono mês [quisleu] , no vigésimo dia do mês" , Esdras informa que o povo "tiritava por causa das chuvas". Sobre as condições do tempo naquela época do ano , as próprias pessoas reunidas disseram: " É a época das chuvadas e não é possível ficar de pé do lado de fora". (Esdras 10:9,13;Jeremias 36:22). Não é de admirar que os pastores que viviam naquela parte do mundo não ficassem ao ar livre à noite com seus rebanhos em Dezembro.


No entanto , a Bíbilia diz que os pastores estavam nos campos cuidando das ovelhas na noite em que Jesus nasceu. De facto , o escritor bíblico Lucas mostra que , naquela ocasião , havia pastores "vivendo ao ar livre e mantendo de noite vigílias sobre os seus rebanhos" perto de Belém.(Lucas 2:8-12). Note que os pastores estavam vivendo ao ar livre , não apenas saindo para os campos durante o dia. Eles mantinham seus rebanhos nos campos à noite. Será que essa referência de vida ao ar livre se harmoniza com o tempo frio e chuvoso do mês de Dezembro em Belém ? Não. Portanto , as circunstâncias que cercaram o nascimento de Jesus indicam que ele não nasceu em Dezembro.


A Palavra de Deus nos informa com precisão a data em que Jesus morreu , mas dá poucos indícios sobre quando ele nasceu. Isso nos lembra as palavras do Rei Salomão: "Um nome é melhor do que bom óleo , e o dia da morte é melhor do que o dia em que se nasce." (Eclesiastes 7:1) Portanto , não é de admirar que a Bíblia forneça muitos detalhes a respeito do ministério e da morte de Jesus , mas poucos a respeito da data de seu nascimento.


Segundo a Bíblia Sagrada ( qualquer edição ) Jesus tinha 33 anos e 6 meses quando morreu ( Lucas 3:23 ) , Sendo a Páscoa em Abril , quer dizer que ele morreu em Abril , começando a contagem de Abril para trás até fazer seis meses , vem a dar Outubro ( mês de nascimento de Jesus ) porque se é 33 anos e meio dá 33 anos e seis meses.
JESUS
CONTAR 6 meses de Abril para trás e 6 meses de Abril para a frente dá sempre Outubro , mês do nascimento de Jesus.
PROVA: LER NA BÍBLIA EM LUCAS, 3:23 DIZ O SEGUINTE:Outrossim , o próprio Jesus , ao principiar [a sua obra]
tinha cerca de 30 anos de idade sendo como era a opinião,
filho de José. Ora o Ministério de Jesus durou 3 anos e meio ,vem a dar 33 anos e seis meses a idade que Jesus tinha quandomorreu, sendo assim , Jesus Cristo nasceu em Outubro e nunca em Dezembro. (Esdras 10:9-13 e Lucas 2:8-12).

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O Meu Povo Perece Por Falta de Conhecimento

A frase: “O meu povo perece por falta de conhecimento” traz em seu significado o princípio de que a falta do conhecimento de Deus leva o homem à ruína. As pessoas que desprezam a revelação de Deus através de Sua Palavra não podem ter comunhão com Ele, pois nem mesmo sabem quem Ele é. Separadas de Deus, essas pessoas não encontram outra coisa se não o sofrimento.

Essa frase é uma adaptação de um versículo do livro de Oseias que registra a repreensão do Senhor ao povo de Israel. Através do profeta, Deus anunciou: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Oseias 4:6).

Essa advertência foi direcionada aos integrantes da nação de Israel que tinham rejeitado a instrução do Senhor e falhado em ser seu representante para as nações. Por isso a continuação do versículo diz: “Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos” (Oseias 4:6).

Nos tempos do Antigo Testamento os sacerdotes eram os principais responsáveis por ensinar a lei do Senhor ao povo. Mas naquele tempo os sacerdotes também tinham se corrompido e servido de mau exemplo para toda a nação. Por isso a frase: “O meu povo perece por falta de conhecimento” expressa de forma muito apropriada a situação da nação. Havia um desconhecimento generalizado do Senhor em Israel.
O meu povo perece

Quando Deus levantou o profeta Oseias para profetizar em Israel, a nação estava muito distante da vontade do Senhor. Inclusive, o ministério profético de Oseias foi bastante singular, pois sua situação familiar tipificava a situação de Israel diante de Deus. Oseias era casado com uma mulher infiel. Da mesma forma, Israel também era infiel em seu relacionamento com Deus.

O problema é que Israel havia rejeitado o Senhor e se voltado para os falsos deuses das nações vizinhas. Nesse sentido, a idolatria era um adultério religioso. Embora Deus houvesse sido longânimo, amoroso e misericordioso com aquele povo, os israelitas insistiam em quebrar a lei de Deus e ignorar os convites de arrependimento.

Quando Deus firmou Sua aliança com a nação de Israel no Sinai, e resposta do povo foi: “Tudo o que o Senhor falou nós faremos” (Êxodo 19:8). Mas os israelitas quebraram essa promessa e traíram ao Senhor. Porém, a aliança de Deus com Israel deixava claro que se o povo andasse em obediência receberia as bênçãos do Senhor; mas se andasse em desobediência seria alvo do Seu castigo.

Então por causa da infidelidade do povo à aliança com Deus, a terra foi castigada. Deus enviou calamidades para punir o pecado do povo e, ao mesmo tempo, servir de conclamação ao arrependimento.

Consequentemente, o povo estava perecendo; estava sendo destruído. A corrupção política, social e religiosa havia chegado ao seu limite. A imoralidade imperava no reino. A sociedade israelita era realmente má. Todos estavam mergulhados na mentira e se deleitando na impiedade. Havia crimes de todos os tipos e nada prosperava naquela terra (Oseias 4:1-3).

Os sacerdotes que deveriam zelar pelo culto ao Senhor acabaram não apenas aceitando aquela situação, mas em muitos casos até incentivando-a. Na verdade eles viam o sacerdócio apenas como um emprego fácil e uma fonte de lucro. Os sacerdotes eram ímpios e corruptos, e o povo seguia o exemplo deles. Isso explica a declaração inicial: “O meu povo está perecendo”.
Por falta de conhecimento

Qual era o pecado fundamental que havia conduzido a nação de Israel àquela situação tão miserável? A resposta é clara no texto bíblico: a falta do conhecimento de Deus! Por isso o Senhor falou por meio de Oseias: “Ouvi a palavra do Senhor, vós, filhos de Israel, porque o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra, porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus […] O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta conhecimento […]” (Oseias 4:1,6).

Mas que conhecimento era esse que o povo não tinha? Era o conhecimento de Deus! Nesse texto a palavra “conhecimento” traduz um termo hebraico que também servia para indicar o relacionamento íntimo entre marido e mulher. Isso significa que na declaração: “O meu povo perece por falta de conhecimento” esse “conhecimento” é muito mais do que uma simples cognição das coisas de Deus. Esse “conhecimento” significa um relacionamento pessoal com o Senhor.

O povo tinha desprezado a revelação especial de Deus através de Sua Palavra e perdido o relacionamento pessoal com Ele. O povo não queria saber de Deus. Por isso os israelitas do norte estavam encontrando a destruição.


O meu povo perece por falta de conhecimento: uma lição para nós

Nos tempos de Jesus havia muitos religiosos que se orgulhavam em possuir informações detalhadas da lei de Deus. Mas ao mesmo tempo essas pessoas não conheciam a Deus verdadeiramente. Por isso o Senhor Jesus lhes disse: “Errais por não conhecer as Escrituras nem o poder de Deus” (Mateus 22:29).

Muitas pessoas falam de Deus, se mostram simpatizantes da obra de Deus, se dizem servas de Deus, mas não querem saber de conhecer verdadeiramente a Deus. Elas rejeitam o verdadeiro conhecimento de Deus revelado nas Escrituras que testifica de Cristo — a revelação suprema e final de Deus.

Essas pessoas até são ouvintes da Palavra, mas não são praticantes dela (Tiago 1:20); vivem no engano porque possuem a informação, mas não possuem o relacionamento. Essas pessoas querem conhecer as bênçãos, mas não querem conhecer Abençoador; estão interessadas naquilo que Deus lhes pode dar, mas não estão interessadas em saber quem Ele é.

A verdade é que essas pessoas não estão dispostas a ter um relacionamento sincero, fiel e compromissado com Deus. Essas pessoas não estão dispostas a olhar para a auto-revelação de Deus nas Escrituras como única regra de fé e prática de suas vidas. Elas não estão dispostas a reconhecer que não há mérito algum no homem e que qualquer coisa boa que possam ter é simplesmente favor imerecido dado por Deus. Essas pessoas vivem como os israelitas do tempo de Oseias que não viam muita vantagem em ser o povo exclusivo de Deus. E assim essas pessoas estão perecendo por falta de conhecimento.


FONTE: estiloadoracao.com

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segunda-feira, 15 de junho de 2020


Quais São os Nomes de Demônios na Bíblia?

A Bíblia não menciona nomes de demônios. Todos os supostos nomes de demônios que as pessoas dizem por aí não possuem base bíblica. Essas especulações são resultado da obsessão de muitas pessoas por saber mais sobre esses seres malignos.

Nos últimos anos, infelizmente esse tipo de interesse tem crescido entre os evangélicos. O movimento denominado de “Batalha Espiritual” e a pobreza de conhecimento bíblico por boa parte dos cristãos, são os fatores principais para o aumento dessa curiosidade.
Nomes de demônios na Bíblia

Como foi dito, a Bíblia não nomeia nenhum demônio específico. Na verdade a única vez em que demônios se identificam na Bíblia, foi quando Jesus se encontrou com o endemoninhado geraseno. Ainda assim, nenhum nome pessoal foi dito, apenas “legião”, que nesse contexto significa simplesmente “muitos” (Marcos 5:9).

Apenas o chefe dos demônios é identificado na Bíblia por nomes ou títulos:
Ele é chamado de Satanás, do hebraico satan e do grego satanas, que significa “adversário” (cf. Jó 1:6; Mateus 4:10).
Ele é chamado de Diabo, do grego diabolos, que significa “caluniador” (Mateus 4:1).
Ele é chamado ocasionalmente de Belzebu, que significa “senhor das moscas” (Mateus 10:25), e Belial, que significa “inútil” (2 Coríntios 6:15). Saiba mais sobre o significado de Belial na Bíblia.
Ele é chamado de Abadom (hebraico) ou Apoliom (grego), que significa “destruidor” (Apocalipse 9:11).

Também é verdade que algumas pessoas confundem os nomes de deuses pagãos com nomes de demônios. A Bíblia menciona, por exemplo, Marduque (Jeremias 50:2), Moloque (Levítico 18:21), Aserá (1 Reis 18:19) e outros. É claro que por trás do paganismo e dos falsos deuses estão Satanás e seus agentes, mas isto não significa que esses deuses são demônios. Na verdade eles são ídolos inventados pelos homens (cf. Isaías 41:6,7; Romanos 1:20,21).

A Bíblia fala dos demônios como sendo anjos caídos que se rebelaram contra Deus (cf. Judas 1:6). Assim como os anjos do Senhor possuem nomes (Gabriel e Miguel), possivelmente os demônios também possuem, mas a Bíblia não revela. Isso significa que os nomes dos demônios são irrelevantes para a narrativa bíblica e consequentemente para nós.
De onde as pessoas descobrem os nomes dos demônios?

Bem, vimos que a Bíblia não é a fonte dos nomes de demônios que as pessoas falam por aí. Normalmente as pessoas que dizem conhecer os nomes dos demônios alegam que obtiveram essa informação conversando com eles. Esse bate-papo normalmente ocorre no momento do exorcismo de pessoas supostamente endemoninhadas.

Além disso, os adeptos desse movimento de batalha espiritual se esforçam para mapear as atividades demoníacas. Eles procuram descobrir os demônios que controlam determinada região, e quais os nomes desses demônios. Segundo eles, conhecer o nome de um demônio confere poder sobre ele. Esse tipo de pensamento lembra, em alguns aspectos, conceitos gnósticos, e se distancia completamente da Palavra de Deus.

Com esse tipo de ideia, algumas pessoas dizem saber os nomes dos demônios que controlam as regiões de um determinado país. Na verdade elas vão ainda mais além, e dizem conhecer os nomes dos demônios que controlam todos os continentes.
Devemos perguntar os nomes dos demônios?

Absolutamente não! Como foi dito, só há apenas uma única passagem bíblica em que um endemoninhado foi interrogado por Jesus. Os estudiosos consideram essa passagem difícil de interpretar. Isso porque não está claro no texto se a pergunta foi feita ao homem possesso ou diretamente a um representante da legião de demônios.

O objetivo da pergunta de Jesus também é debatido, e muitas interpretações têm sido sugeridas. A interpretação que parece se harmonizar melhor ao contexto é que o objetivo de Jesus era revelar ao endemoninhado a gravidade de sua condição. Aquele homem praticamente se identificava com os demônios. A profundidade de sua miséria fica clara quando é revelado que ele estava dominado não por um, mas por muitos demônios.

De qualquer forma, esse caso foi uma exceção. Em todos os outros exorcismos, Jesus nunca perguntou nada ao demônio ou ao endemoninhado. Da mesma forma, nenhum apóstolo também aparece fazendo qualquer tipo de interrogatório sobre nomes de demônios. Se essa fosse uma prática recomendável, certamente haveria referências bíblicas explicando sua utilidade.


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segunda-feira, 1 de junho de 2020


Não Por Força Nem Por Violência, Mas Pelo Meu Espírito
“Esta é a palavra do Senhor para Zorobabel: Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (Zacarias 4:6).

A frase: “Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito” significa que a obra do Senhor não é estabelecida e realizada com base nos méritos das realizações humanas. O sucesso da obra de Deus depende, antes de tudo, da ação poderosa do próprio Espírito de Deus.
Como o versículo deixa claro, essa frase foi uma declaração de encorajamento da parte do Senhor direcionada a Zorobabel. Então é importante entender brevemente o contexto em que ela aparece. O povo judeu havia retornado à cidade de Jerusalém após décadas de cativeiro. Eles tinham a tarefa de reerguer a cidade e, especialmente num primeiro momento, reconstruir o templo.

Então o Senhor levantou homens valorosos para liderar e encorajar os judeus remanescentes na tarefa da reconstrução do templo e na conseqüente restauração de Jerusalém. Zorobabel era um desses homens. Ele era um descendente legítimo do rei Davi e assumiu a posição de líder de Judá naquele período. Ao seu lado também estava o sumo sacerdote Josué que trabalhou junto de Zorobabel na reconstrução do templo.

Mas o povo precisava ser encorajado; precisava saber que apesar de suas falhas e limitações, Deus não falharia em cumprir o seu propósito. Então para encorajar e comunicar sua vontade àquele povo, o Senhor levantou os profetas Ageu e Zacarias.

O ministério profético de Ageu falou muito sobre a reconstrução do templo; enquanto que o ministério de Zacarias, embora também tenha falado sobre a reconstrução do templo, enfatizou de forma especial as bênçãos futuras que aguardavam a comunidade restaurada.
Não por força nem por violência
Oposição, desânimo e impossibilidade formavam o pano de fundo da declaração:
 “Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito”.
 A reconstrução do templo havia sido iniciada anos antes dessa declaração, mas a obra não estava sendo nada fácil. Oposições internas e externas ameaçavam a conclusão da obra. Além disso, o próprio povo estava abatido e intimidado diante de suas próprias limitações e incapacidades.

Em comparação com o primeiro templo que havia sido construído durante o reinado do rei Salomão, a situação da reconstrução do templo no pós-exílio era completamente outra. No tempo de Salomão Israel era um reino poderoso e contava com inúmeros recursos.

Agora, no tempo de Zorobabel, havia apenas uma comunidade que havia sobrevivido aos anos difíceis do exílio. No tempo de Salomão havia um rei no trono de Jerusalém e a nação era soberana. Mas no tempo de Zorobabel, humanamente falando a nação estava frágil e subjugada. Porém, embora o trono de Jerusalém estivesse vazio – não havia a figura oficial de um rei em Judá – o trono do universo estava ocupado. O Deus Todo-Poderoso que governa a história é quem estava cuidando de todas as coisas.

Então com o objetivo de explicar o seu plano àquela comunidade remanescente, Deus deu ao profeta Zacarias oito visões noturnas que tratavam da obra de reconstrução sob as lideranças de Zorobabel e Josué (Zacarias 1:7-6:8). Mais precisamente na quinta visão, o Senhor mostrou ao profeta que a reconstrução do templo seria completada, e nada poderia impedir essa obra.

Mas Zorobabel e Josué eram seres humanos limitados que não tinham os recursos necessários para concluir a obra. Daí vem o encorajamento do Senhor: “Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito”.

Nessa expressão a palavra “força” traduz o hebraico hayil que indica “habilidade”, “eficiência” e “proeza humana”. Esse termo muitas vezes é aplicado no sentido militar para enfatizar a força e a bravura de um exército. Já a palavra “violência” – ou “poder” em algumas traduções – traduz o hebraico koah que indica “poder”, “vigor” e “força humana”.
Mas pelo meu Espírito

Quando o rei Salomão construiu o primeiro templo, ele contava com um exército de operários (1 Reis 5:13-18). Com uma oferta de mão-de-obra quase que ilimitada, não faltavam recursos para uma construção bem sucedida. Claro que aquela situação confortável também havia sido providenciada por Deus. Foi o Senhor quem havia feito prosperar o reinado de Davi e na sequência abençoado o governo de Salomão. Como uma nação soberana sobre outras nações, Israel recebia tributos e juntava tesouros que possibilitavam construções esplendorosas.

Mas os judeus do tempo de Zorobabel não tinham a força, o vigor, a habilidade e o poder que seus antepassados dispuseram quando construíram o templo de Salomão. Mas eles também se sentiam desmotivados com o fato de que cabia a eles a tarefa de reconstruir aquele templo que havia sido destruído pelo rei Nabucodonosor, sem ter recursos à altura dos recursos que foram empregados na construção original.

Foi por isso que Deus disse através de Zacarias: “Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito”. A reconstrução do templo não se daria pela força de um exército, nem pelo vigor individual do homem, e muito menos pela fartura de recursos. O que haveria de garantir o sucesso daquela obra era o poder do próprio Deus.

O povo estava desanimado, a oposição dos inimigos era grande e a economia daquela comunidade pós-exílio estava quebrada. Mas aquela obra seria terminada; não por força nem por violência, mas pelo Espírito do Senhor. Através do profeta Ageu o Senhor garantiu a presença de seu Espírito no meio daquele povo: “O meu Espírito habita no meio de vós; não temais” (Ageu 2:5).

Não por força nem por violência: uma lição para todos nós.

A declaração: 
“Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito” é muito mais do que uma mensagem para Zorobabel. Ela serve como um encorajamento a todos que estão engajados na obra de Deus; bem como um aviso a todos que pensam que há mérito humano no que é realizado para o Senhor.

Somente quando vivemos pelo Espírito e somos guiados por Ele, é que podemos experimentar o verdadeiro sucesso espiritual. O Espírito do Senhor é a fonte de toda boa virtude que possamos demonstrar; o Seu poder é a força e o vigor para toda boa obra que possamos realizar.

Jamais devemos cair no erro de pensar que a obra do Senhor depende da força do nosso braço ou do arranjo da nossa sabedoria. Também jamais devemos tentar fazer alianças estranhas na tentativa de produzir algo bom diante de Deus. Algumas pessoas importam recursos do mundo como se a obra do Senhor dependesse disso.

A Bíblia diz, somente quando o Espírito de Deus governa cada detalhe é que o serviço pode glorificá-lo. Nesse sentido, a palavra de Deus também diz que somente a obra realizada pelo poder do Espírito glorificará a Deus e passará pelo fogo do seu julgamento.

Portanto, que fique claro que não há força, habilidade ou poder humano que seja suficiente para realizar a obra do Senhor. Então diante de tudo o que nos dispusermos a fazer, que sempre esteja aos ouvidos a palavra do Senhor que diz: “Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito”. Que essa declaração seja nosso encorajamento, nossa motivação e também o aviso que nos faça creditar corretamente a glória por toda obra que fizermos a quem realmente merece recebê-la: o próprio Deus.
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